
Cartazes foram espalhados pela mídia impressa e mobiliário urbano de São Paulo. Todas as peças utilizadas levavam o sangue de pessoas portadoras de Aids. O objetivo principal da campanha era alertar sobre a importância de combater a discriminação contra portadores de HIV. A mensagem foi reforçada pela assinatura “se o preconceito é uma doença, a informação é a cura”. A campanha contou ainda com cenas, registradas em um minidocumentário, que mostram o processo de doação de sangue dos voluntários desde a confecção dos cartazes até as peças chegarem às ruas e gerarem reações nas pessoas.

Ao todo, nove voluntários forneceram amostras de sangue
para a criação das peças, que foram colocadas em pontos
de ônibus, faculdades e bares da cidade de São Paulo.
Os cartazes e o anúncio não oferecem nenhum risco ao público fora do corpo humano, o vírus da Aids não sobrevive por mais de uma hora
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